Minha cabeça é uma loucura

Minha cabeça é uma loucura



Todo o nosso comportamento e a própria personalidade, são o resultado de tudo que já experimentamos ao longo de toda esta Aventura Existencial.


Segundo um professor de Harvard, Abraham Maslow[1], todos os seres humanos nascem com um senso de valores pessoais positivos e negativos, conduzindo suas vidas por tais valores.


Será que “sem querer” o cientista está dizendo que ao reencarnarmos trazemos conosco toda a nossa história de vidas passadas?


Todos os eventos e circunstâncias produzem um tipo de interpretação, sempre baseada na nossa capacidade de compreensão do momento. Disso, podemos deduzir, por simples observação, que, de acordo com o desenvolvimento intelectual, emocional e espiritual, vamos adquirindo maiores e melhores condições de compreender tudo. Lógico se torna que no passado de todos nós, nossa compreensão e comportamento eram baseadas em muito maior ignorância. Desta forma, fomos formando um “banco de dados” com uma quantidade de interpretações completamente, falsas, distorcidas e ilusórias, porém, que possuem o mesmo poder influenciador como qualquer outra.


Considero o sentido da palavra “evolução”, como a substituição de uma informação ultrapassada por uma nova compreensão da mesma.


Portanto, tudo que já vivenciamos produziu uma forma de interpretação, das quais muitas se tornaram crenças e nos condicionam a uma determinada forma de sentir, pensar e agir. A grande maioria desses condicionamentos, ainda espera o momento de ser transmutado por uma nova compreensão, e a possível libertação de muitas limitações e bloqueios emocionais, pois são estes que geram bloqueios energéticos e também, consequentemente, perturbações físicas.


[1] Abraham Harold Maslow foi um psicólogo americano, conhecido pela proposta Hierarquia das Necessidades (1 de abril de 1908 - 8 de junho de 1970)

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